Cobiçada por todos, alcançada por muitos, difícil aos olhos de poucos e impossível a ninguém.

Tema muito abordado pela Psicologia, Filosofia e Religião. Está na essência do ser humano a busca pela felicidade. Não existe um padrão ou categoria que precisamos alcançar para nos considerarmos felizes. O que me faz feliz pode ser motivo de infelicidade para alguém. Podemos ser felizes mesmo quando alguém nos diz o contrário. Se sou feliz, sou a primeira pessoa a perceber isso.

A filosofia propõe diferentes formas de pensar a felicidade e os momentos felizes. A religião associa a felicidade a um estado de paz que pode ser relacionado às relações pessoais e aos laços afetivos. A tristeza também faz parte da experiência humana e pode sinalizar que algo precisa de atenção.

Na Psicologia, felicidade pode ser entendida como uma sensação de bem-estar e satisfação, relacionada às experiências e objetivos de cada pessoa. Superar desafios e construir relações significativas são alguns dos aspectos que podem participar dessa vivência.

Uma experiência que é de cada pessoa

Uma reflexão possível é valorizar aquilo que está ao nosso alcance, o momento presente, o lugar que ocupamos no mundo e as pessoas com quem construímos vínculos. Pequenos prazeres cotidianos também podem contribuir para o bem-estar.

Izabel Cristina de Morais — Psicóloga, CRP 08/17.117.

Izabel Cristina de Morais
Psicóloga · CRP 08/17.117